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ELE, meu vampiro lindo... Te adoro, DONO!!!

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sábado, 3 de dezembro de 2011

E agora?



Nasci de ti, Senhor...
Fui aos poucos deixando de ser o que era e quem era
para ser tua Milla...
No princípio Milla, por um tempo Milla,  para depois ser Milla de Morpheus....
{Milla}_deMORPHEUS
Construída e moldada com tuas mãos, sob tua condução me fiz...
Sentí a dor e o prazer de pertencer-te.
Visitei o inferno e o céu.
Cresci como pessoa, como mulher, como femea e descobri que a vida só fazia sentido pelo Senhor.
Para o DONO, eu seria o que quisesse. Ele é o DONO. Assim pensava, respirava e acreditava essa cadela aqui...
E agora?
O que faço de mim?








quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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Morpheus aqui.

Usando de minhas prerrogativas (como tais, somente minhas), escolho fazer o que farei em seguida, e escolho fazê-lo publicamente (e, no devido momento, pubicamente...) para que não reste dúvida na mente de quem acompanha este blog e esta relação, e isso inclui a nós mesmos, os dois atores envolvidos.

Escolho, eu digo, e poderia escolher fazer nada publicamente, e o mesmo valor teria o ato, no que me concerne. Mas esta é a medida da importância que damos a vocês que nos acompanham e nos honram com sua presença e comentários.

O ato:

Aqui, diante de vocês, escolho tomar oficial e formalmente a menina que vocês conhecem como Milla de Morpheus e declará-la propriedade unicamente minha, para meu uso pessoal, do modo que eu escolher e que melhor me aprouver.

Não determino data de término para esta condição. Até onde sei, ela será minha pelo tempo que durarem nossas vidas, e as próximas vidas que se seguirem a esta, como já aconteceu em diversas vidas anteriores a esta.

Não determino que qualquer das partes tenha o direito de pretender revogar o determinado hoje, aqui. Revogam-se as disposições em contrário.

Para celebrar e marcar este momento em que concedo a Milla de Morpheus a subida honra de me pertencer, concedo a ela o direito irrecusável e o dever irrevogável de usar a minha coleira, identificando-a como propriedade minha. Fotos disso comprovarão o fato, em um futuro próximo.

Milla de Morpheus já trazia em seu nome o fato inquestionável de que me pertence: usa meu nome como sobrenome, como fosse minha mulher, minha esposa, minha filha, minha irmã, minha mãe. E ela é tudo isso. Escolho que ela mantenha essa ascendência em seu nome.

O nome Milla agrada-me, e não vejo razão para trocá-lo por outro que me desse mais prazer, pois outro não há. Outros nomes que uso para nomeá-la, escolho mantê-los em segredo. Para todos, Milla de Morpheus ela permanecerá, inclusive com a inicial maiúscula que os livros de regras negam às submissas. Eu, porém, sou Dono, Rei, Mestre, Autor; eu escrevo livros. Não vejo razão alguma para ter que submeter-me (exceto por escolha minha) a regras que eu próprio não escrevi, ou subscrevo. Respeitarei, é claro, a todos e às regras que escolherem seguir; é a única coisa digna a fazer. Mas Milla fez por merecer a inicial maiúscula (assim eu escolhi pensar); e a Ortografia assim o dispõe, e esta é uma das regras que escolho seguir...

A propósito, Morpheus é meu nome, o nome que escolhi. Sei que meu e-mail e o modo como sou identificado neste blog apresentam o nome Senhor Morpheus, mas isso se deve mais a questões técnicas enfadonhas do que a um desejo meu. Sou, de fato, um Senhor, é inegável; quem eu domino sabe disso muito bem, e refere-se a mim do modo devido.

Por isso, essa que é minha chama-se Milla de Morpheus, e não do Senhor Morpheus.

Por último, mas não menos importante: concedo a Milla de Morpheus o direito e o dever de grafar seu nome como segue:

{Milla}_Morpheus

Representando em seu nome sua condição de estar encoleirada.

Milla é minha cadela. Revoguem-se as disposições em contrário.

Morpheus falou.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Tempo e suas Representações: Reflexão e Homenagem

       Hoje li o post escrito pela querida Vita do SENHOR DA TORRE, comemorando quatro anos de entrega ao seu DONO. Refletindo sobre isso, fiquei imaginando aqui, quanto vale o tempo para nós...
              

       Nós que decidimos viver nossa submissão, entregando-se de corpo, alma e coração Aquele/a que nos cativou um dia e a quem, depois que o/a vimos , nossos olhos não viram mais nada e percebi que o tempo dobra, triplica, pela intensidade do que sentimos e ofertamos.
      
Cada situação vivenciada, cada limite transposto, cada desejo realizado e gozo sentido, faz de nós cúmplices do tempo, no sentido que ele é vivenciado por nós incansavelmente.Vita agradece as amigas de mais e menos tempo presentes em sua vida.Considera-as amigas, guerreiras, fortalecedoras e cúmplices.
        Como conheci a mim e a minha submissão, ao mesmo tempo em que a conheci e a sua casa e de seu Senhor, me sinto contemplada. Faço parte de sua lista e estou muito feliz por isso.
      Em Novembro comemoro um ano sob a condução do DONO, o SENHOR MORPHEUS. Nesses dez meses, nos conhecemos e lentamente fomos definindo a nossa relação. E são tantas coisas que acontecem que sonho aqui, com as possibilidades do devir...
      E tudo grandioso demais. Imaginem, quatro anos, dobrados, triplicados em relação ao tempo comum... Por que o tempo de nossa entrega, não é o tempo real. Ele apresenta-se diferente do desse, assim como o tempo de nossa espera. Cada segundo contado para o dia do reencontro é uma eternidade e cada segundo vivenciado parece que fica menor por ser tão mágico...
      Acho lindo esse mistério e mais lindo ainda poder perceber e perceber-se assim... Não sabia disso antes. Sou cumplice da Vita e de sua felicidade, por que sei exatamente o que significa um dia ao lado do DONO...Somos únicos e diferentes mas a grandeza e a magia com que vivemos a nossa D/s tem a mesma representação...

      Carinhosamente, parabenizo aqui  ao SENHOR DA TORRE e sua Vita, em nome dos quais abraço a todos os casais cuja escolha da relação seja baseada nos preceitos D/s, incluindo aqui a delícia que é pertencer ao DONO de mim.



sábado, 20 de agosto de 2011

Quer me ter?


Quer agora?
Sua lembrança é minha alegria
Seu querer , meu mais puro prazer,
Seu desejo uma ordem...
Sabe que me tem,
que venha então...
Porque eu te espero
como a terra quente e seca
 espera pela chuva.
Como o corpo que frio,
quer o fogo de teu desejo
que em mim se faz insano...

Milla de Morpheus

Ju, obrigada pela imagem... É assim que estou hoje. Muita saudade do DONO...

sábado, 30 de julho de 2011

Morpheus fala.




Junto os polegares e faço um pássaro, meus dedos em asas abertas.
Faço baterem as asas, leves e lentas como as de uma borboleta pousada em uma flor.
Ergo as mãos e as separo: solto o pássaro, que alça vôo.

Ela é o pássaro que criei, para mim e para ela
. Ela voa, para mim, porque eu quero assim. Eu a quero assim.

Faço um ninho para ela em meu peito, em meu colo.
Meus pelos acolhem seu sono. Ela dorme em meu pau.

Sou o leito em que ela dorme.

Sou o céu em que ela voa.

Sou, quando desejo, o gato que a devora.

Minha, para mim, e permaneço. 
Ela vive em mim mais do que nela própria.

sábado, 16 de julho de 2011

Cúmplice

  Sou cumplice do  Senhor,DONO.
 porque sou tua, 
completamente tua,
 insanamente tua.

Sou cúmplice do Senhor, DONO
Porque trago em mim guardados
  os teus desejos
 os teus prazeres
os teus segredos

Sou cúmplice do Senhor, DONO
porque em mim exerce a tua dominação
o teu poder
fazendo aflorar 
o que queres que eu seja para ti
Sou cúmplice do Senhor DONO

É por tua condução que eu sigo
É para ti somente, que eu existo...

Milla de Morpheus













       

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Confiança









DONO, uma relação como a N/nossa é de causar arrepios.
Arrepios de satisfação e prazer em N/nós e em quaisquer
 outras pessoas que saibam dela...

Tenho aprendido muito ao longo desses meses.
Milla é uma das criações do Senhor Morpheus, que no entanto,  responsabilizou a mim, pela tarefa de
escolha do nome pelo qual Ele me chamaria.
Ele é um DOM muito inteligente, um artista. Escreve, em variados estilos. Desenha.Cria uma série de coisas, portanto é muito ocupado.
Tenho um imenso respeito por tudo o que Ele cria e sei que precisa se sentir livre para que lhe aflore o que faz sem nenhum esforço.Acho isso incrível.
Sob sua condução me sinto cuidada e protegida.
" Nunca mais sentirá solidão. Seu Dono cuidará de voce, cadela e seus dias serão preenchidos por tarefas ordenadas por mim."
Cada dia DONO me presenteia com a chance de aprender, E aprendo.
Acho a sensibilidade uma condição extremamente necessária a uma submissa, sempre. É preciso ser sensivel para entender o que um toque forte como o ferro e quente como o fogo ou suave como a brisa podem demonstrar.
Outro elemento essencial, creio que seja a atenção. Coisa complexa. Cadelinha aqui, muito desatenta, desligada. Precisa usar vários sentidos e aguçá-los para entender atos, olhares, palavras do DONO.
Mas existe algo que favorece para que Senhor Morpheus me conduza. A confiança.
 Considero a confiança, imprescindível para o amadurecimento de qualquer relação. Mas a N/nossa é intensa e cheia de possibilidades. Sem confiar não se chegaria Dominador e submissa a lugar nenhum. Através dela percebo que sou estimulada a crescer e me fortalecer a fim de superar limites que trago em mim, tornando-me uma fêmea, plena decidida, e segura.
O DONO não se utiliza de minha submissão para me diminuir. Ele me estimula a crescer. Torce e demonstra prazer com os acertos e sucessos. Me ensina que eles são o reflexo dessa caminhada.
Não segue Manuais, nem regras pré-estabelecidas, aliás, detesta isso. Cria suas próprias regras e com elas conduz a mim.
E não tem interesse nenhum em coisas que não lhe dê prazer em fazer.
Saber que se pode confiar é algo muito bom de sentir." Salte sem medo, do mais alto que puder chegar, eu te seguro, cadela." Ele me disse um dia.
DONO ordena... Cadela obedece...
Tem dado certo.
Que seja por seus desejos. Que seja assim...

quinta-feira, 7 de julho de 2011




Cheguei, amor.
Depois nos falamos.
Te amo, cadela...
Até amanhã!

Coisa mais interessante!
Recebi essa mensagem ontem pelo celular, a noite, depois de conversar com o DONO.
Estava muito cansada e queria muito deixar uma mensagem para a minha amiga que estava aniversariando. Ele sabe da importancia das pessoas em minha vida. De como gosto de cultivar as amizades e de como sou fiel as poucas que cultivo.
Ele sabe... Aos poucos vai conhecendo-as por mim. Sente carinho. Se preocupa, junto comigo.E ajudou-me a escrever o post para a Ju.
Acho que é uma forma de saber o que tenho feito e como estou, quando a distancia entre nós nos aparece forte.

Quando nos achamos ( ainda acredito que é assim) nunca imaginei que era essa a minha lacuna maior. Sentia um vazio, um espaço enorme, um lugar em mim inabitado.Lugar que eu nem sabia onde estava nem do que se tratava. 
Até nos acharmos; e desse dia em diante, (09 de Novembro) percebo que nunca mais fui a mesma.
Sou muito intensa, vivo as sensaçoes de modo muito forte e vibrante. Tanto as que me causam medo, pavor, quanto as que me causam prazer, satisfação, gozo. Mas pelo menos uma coisa bacana reconheço em mim. Sou aprendente.
Ser aprendente é para mim condição indispensável para o grau de crescimento e evolução que pretendo alcançar. A outra coisa importante é a capacidade do DONO de intervir para que eu cresça. Por sua condução sábia, integente, perspicaz, sei que um dia serei digna de alcançar o que toda cadela almeja. Mas espero esse dia com calma. Sei que ainda não é a hora. No momento oportuno, se por merecimento, serei agraciada com a realização do meu desejo. Meu desejo sim. Por que não?

Mas esse post não pretende tratar de coleiras. Considero que esse momento, conduzido por um verdadeiro DONO, não deve acontecer por qualquer motivo. A precipitação e antecipação do ato, baseado em critérios superficiais, geram a mesma superficialidade e precipitação. Coleiras são facilmente perdidas. Tenho visto isso com muita frequencia.Mas o que isso tem a ver com esse post? Tá. Explico.Esse post pretende tratar do caminho.

Acredito que o verdadeiro Dominador é aquele que é capaz de ler a alma da sua submissa. Ao conduzí-la sabe exatamente por onde levá-la, como guiá-la, como cobrá-la e puni-la. Ele sabe quais são os  limites e investe sempre em suas possibilidades, então não a sufoca com regras e conceitos pré-estabelecidos. Isso é fácil. Existem cartilhas e manuais inteiros para serem decorados e executados de forma mecânica e meninas querendo brincar de ser submissa. Dominar é considerado por mim um DOM.

Um grande dominador não precisa decorar tais manuais, mecanicamente aplicar suas regras, por quecada caso é um caso.Então como aprendente é assim que eu penso. Retormando ao principio, relembro das inúmeras vezes em que perdi o fôlego, surtei, fraquejei e DONO sorriu tranquilamente.
Eu dizia que era muito fraquinha até o dia em que Ele me proibiu de repetir isso. DONO obrigou a ver isso, quando me pegou por trás e me fez olhar a minha imagem refletida no espelho. Maior que eu, com total controle da situação estava a Dele. Sorri para o que vi e a partir desse dia as coisas ficaram muito claras para mim.

Pela mente agora passa um filme de tudo. Desde o começo. O folego perdido, as faces em brasa, buceta úmida e escorrendo, mas sem querer admitir. Cadela? Nunca, não sou isso... Os meses passaram, quase oito né? Nesses oito meses muita coisa mudou. Aprendi o que poderia, nesse tempo. Amo o Senhor Morpheus e a forma linda como me conduz e conduz essa história. Desejo crescer como submissa. Mas não só como submissa. Não sou só isso. Tenho muitas dimensões. A submissão faz parte de mim, encontra-se instalada em minha alma e recebe vida por meu coração que ao mesmo tempo vibra pelas descobertas que são despertadas em mim.

Ontem a noite, refleti sobre todas as coisas e escrevi algumas delas aqui. São tão preciosas para mim,  que preferi postar assim aos poucos, em conta gotas. Até por que tudo é muito novo. Algumas coisas ainda me são muito complexas. Estou sendo orientada a organizá-las uma por uma. Mas uma coisa eu posso afirmar. Sou cadela sim. Essa fêmea sente agora um enorme prazer em reconhecer isso.
Obrigada DONO lindo pela paciencia com a cadelinha aqui.




 

domingo, 26 de junho de 2011

Gardening at night

(Morpheus aqui.)


Jardineiro noturno
é sob a lua que semeio o que planto
e não é terra o que trabalho
com dedos, suor e a ferramenta mais própria.

Planto sensações
ideias descabidas
delírios sem noção
e os espero florescer.

Semeio impossibilidades.
Elas germinarão.
Rego o inaceitável.
Frutificará.

Ela é meu jardim.
Ela é meu pomar.
Crio os canteiros que me apaziguarão.
Crio as videiras que me saciarão.

Eu planto e espero.
O resultado é sempre gratificante.

(A borboleta esvoaça sobre o roseiral
com suas asas translúcidas.)