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ELE, meu vampiro lindo... Te adoro, DONO!!!

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domingo, 14 de agosto de 2011

Só tu...


Só tu...
Sabe como tocar-me...
E enveredas por entre meus lugares mais ocultos,
despertando tantas sensações...
Sensações desconhecidas até para mim que as sinto..
.SENHOR,teu toque suave me faz menina
Teu toque forte põe para fora uma mulher...
Essa mulher que se levanta, 
e sob tua presença, desejo e ordem 
se transforma rapidamente em várias faces.
Tú tens o poder.
O temível e delicioso poder de as fazer tuas presas
e uma a uma, elas se rendem ao teu domínio.
Por aprisioná-las, torna-as livres.
E a cada nota definida, 
os sons saem de mim, em busca de ti.
Vou ao teu encontro SENHOR de mim,
porque sob tuas mãos me transformo em música.
Cada nota trás consigo 
um sem fim de palavras, enfileiradas.
Cada uma delas tem como objetivo o teu gozo,
o teu prazer que é meu gozo, meu prazer
que é teu, de me ter,
que é meu de saber, de ser e de querer
cada vez mais e mais e mais e mais...
Usando tuas mãos com maestria
Orquestra em mim, tua menina
                                                                       toda a poesia,
 lasciva e iincansávelmente
assim prosseguimos 
noites a dentro, dias a fora.
Por que só tu sabe tocar-me...

Milla de Morpheus


 Senhor Morpheus,Senhor dos Sonhos.
Tua Milla está aqui contando os dias para ve-lo...
Visitando o cantinho da ju encontrei uma imagem de uma linda mulher/harpa, sendo tocada por um lindo Senhor. Imediatamente lembrei-me de um dos teus escritos. Lembrei-me da época em que ele foi escrito. Tempo de início, da lapidação na matéria  mais bruta.Como escrevi em meu primeiro post a tí, sei que sou tua criatura e criação.
Não seria mais que um amotoado de matéria, que quando muito passava de um estágio a outro, dissipando-se, etérea e difusa sem ti.


Essa mulher que se levanta a cada dia, sob tua orientação e repousa do mesmo modo, sob teus cuidados, hoje sabe que é muito melhor...


Obrigada DONO. Por permitir nascer essa mulher, que te honra e que se orgulha de ser o que é.
De ser tua submissa/escrava, tua tudo que o SENHOR quiser.










terça-feira, 2 de agosto de 2011

Morpheus Fala - O Homem/Dono de Sorte



Você ainda não sabe.
Você ainda não sabe o que quer.
Você ainda não sabe tudo o que quer.
Há coisas que você deseja desesperadamente,
mas nem suspeita.
Já aconteceu.
Já aconteceu antes.
Já aconteceu antes entre nós, eu vi.
Você mudou de um a outro ponto,
de uma recusa terminal a uma ânsia sôfrega
pela mesma coisa.
Já aconteceu.
Acontecerá de novo.
Muitas vezes.
Muitas vezes.
Muuuuuitas vezes.
E eu vou acompanhar cada mudança,
cada pequena evolução,
como quem olha um caleidoscópio de diamantes.
Sou um homem de sorte
porque tenho essa mulher
Sou um DONO de sorte,
porque tenho essa escrava/submissa
que muda para acumular novos prazeres para si
para mim.
O que se faz com uma mulher/escrava/submissa dessas?
A gente se apaixona perdida e irrevogavelmente por uma mulher dessas.

sábado, 30 de julho de 2011

Morpheus fala.




Junto os polegares e faço um pássaro, meus dedos em asas abertas.
Faço baterem as asas, leves e lentas como as de uma borboleta pousada em uma flor.
Ergo as mãos e as separo: solto o pássaro, que alça vôo.

Ela é o pássaro que criei, para mim e para ela
. Ela voa, para mim, porque eu quero assim. Eu a quero assim.

Faço um ninho para ela em meu peito, em meu colo.
Meus pelos acolhem seu sono. Ela dorme em meu pau.

Sou o leito em que ela dorme.

Sou o céu em que ela voa.

Sou, quando desejo, o gato que a devora.

Minha, para mim, e permaneço. 
Ela vive em mim mais do que nela própria.

sábado, 16 de julho de 2011

Cúmplice

  Sou cumplice do  Senhor,DONO.
 porque sou tua, 
completamente tua,
 insanamente tua.

Sou cúmplice do Senhor, DONO
Porque trago em mim guardados
  os teus desejos
 os teus prazeres
os teus segredos

Sou cúmplice do Senhor, DONO
porque em mim exerce a tua dominação
o teu poder
fazendo aflorar 
o que queres que eu seja para ti
Sou cúmplice do Senhor DONO

É por tua condução que eu sigo
É para ti somente, que eu existo...

Milla de Morpheus













       

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Confiança









DONO, uma relação como a N/nossa é de causar arrepios.
Arrepios de satisfação e prazer em N/nós e em quaisquer
 outras pessoas que saibam dela...

Tenho aprendido muito ao longo desses meses.
Milla é uma das criações do Senhor Morpheus, que no entanto,  responsabilizou a mim, pela tarefa de
escolha do nome pelo qual Ele me chamaria.
Ele é um DOM muito inteligente, um artista. Escreve, em variados estilos. Desenha.Cria uma série de coisas, portanto é muito ocupado.
Tenho um imenso respeito por tudo o que Ele cria e sei que precisa se sentir livre para que lhe aflore o que faz sem nenhum esforço.Acho isso incrível.
Sob sua condução me sinto cuidada e protegida.
" Nunca mais sentirá solidão. Seu Dono cuidará de voce, cadela e seus dias serão preenchidos por tarefas ordenadas por mim."
Cada dia DONO me presenteia com a chance de aprender, E aprendo.
Acho a sensibilidade uma condição extremamente necessária a uma submissa, sempre. É preciso ser sensivel para entender o que um toque forte como o ferro e quente como o fogo ou suave como a brisa podem demonstrar.
Outro elemento essencial, creio que seja a atenção. Coisa complexa. Cadelinha aqui, muito desatenta, desligada. Precisa usar vários sentidos e aguçá-los para entender atos, olhares, palavras do DONO.
Mas existe algo que favorece para que Senhor Morpheus me conduza. A confiança.
 Considero a confiança, imprescindível para o amadurecimento de qualquer relação. Mas a N/nossa é intensa e cheia de possibilidades. Sem confiar não se chegaria Dominador e submissa a lugar nenhum. Através dela percebo que sou estimulada a crescer e me fortalecer a fim de superar limites que trago em mim, tornando-me uma fêmea, plena decidida, e segura.
O DONO não se utiliza de minha submissão para me diminuir. Ele me estimula a crescer. Torce e demonstra prazer com os acertos e sucessos. Me ensina que eles são o reflexo dessa caminhada.
Não segue Manuais, nem regras pré-estabelecidas, aliás, detesta isso. Cria suas próprias regras e com elas conduz a mim.
E não tem interesse nenhum em coisas que não lhe dê prazer em fazer.
Saber que se pode confiar é algo muito bom de sentir." Salte sem medo, do mais alto que puder chegar, eu te seguro, cadela." Ele me disse um dia.
DONO ordena... Cadela obedece...
Tem dado certo.
Que seja por seus desejos. Que seja assim...

quinta-feira, 7 de julho de 2011




Cheguei, amor.
Depois nos falamos.
Te amo, cadela...
Até amanhã!

Coisa mais interessante!
Recebi essa mensagem ontem pelo celular, a noite, depois de conversar com o DONO.
Estava muito cansada e queria muito deixar uma mensagem para a minha amiga que estava aniversariando. Ele sabe da importancia das pessoas em minha vida. De como gosto de cultivar as amizades e de como sou fiel as poucas que cultivo.
Ele sabe... Aos poucos vai conhecendo-as por mim. Sente carinho. Se preocupa, junto comigo.E ajudou-me a escrever o post para a Ju.
Acho que é uma forma de saber o que tenho feito e como estou, quando a distancia entre nós nos aparece forte.

Quando nos achamos ( ainda acredito que é assim) nunca imaginei que era essa a minha lacuna maior. Sentia um vazio, um espaço enorme, um lugar em mim inabitado.Lugar que eu nem sabia onde estava nem do que se tratava. 
Até nos acharmos; e desse dia em diante, (09 de Novembro) percebo que nunca mais fui a mesma.
Sou muito intensa, vivo as sensaçoes de modo muito forte e vibrante. Tanto as que me causam medo, pavor, quanto as que me causam prazer, satisfação, gozo. Mas pelo menos uma coisa bacana reconheço em mim. Sou aprendente.
Ser aprendente é para mim condição indispensável para o grau de crescimento e evolução que pretendo alcançar. A outra coisa importante é a capacidade do DONO de intervir para que eu cresça. Por sua condução sábia, integente, perspicaz, sei que um dia serei digna de alcançar o que toda cadela almeja. Mas espero esse dia com calma. Sei que ainda não é a hora. No momento oportuno, se por merecimento, serei agraciada com a realização do meu desejo. Meu desejo sim. Por que não?

Mas esse post não pretende tratar de coleiras. Considero que esse momento, conduzido por um verdadeiro DONO, não deve acontecer por qualquer motivo. A precipitação e antecipação do ato, baseado em critérios superficiais, geram a mesma superficialidade e precipitação. Coleiras são facilmente perdidas. Tenho visto isso com muita frequencia.Mas o que isso tem a ver com esse post? Tá. Explico.Esse post pretende tratar do caminho.

Acredito que o verdadeiro Dominador é aquele que é capaz de ler a alma da sua submissa. Ao conduzí-la sabe exatamente por onde levá-la, como guiá-la, como cobrá-la e puni-la. Ele sabe quais são os  limites e investe sempre em suas possibilidades, então não a sufoca com regras e conceitos pré-estabelecidos. Isso é fácil. Existem cartilhas e manuais inteiros para serem decorados e executados de forma mecânica e meninas querendo brincar de ser submissa. Dominar é considerado por mim um DOM.

Um grande dominador não precisa decorar tais manuais, mecanicamente aplicar suas regras, por quecada caso é um caso.Então como aprendente é assim que eu penso. Retormando ao principio, relembro das inúmeras vezes em que perdi o fôlego, surtei, fraquejei e DONO sorriu tranquilamente.
Eu dizia que era muito fraquinha até o dia em que Ele me proibiu de repetir isso. DONO obrigou a ver isso, quando me pegou por trás e me fez olhar a minha imagem refletida no espelho. Maior que eu, com total controle da situação estava a Dele. Sorri para o que vi e a partir desse dia as coisas ficaram muito claras para mim.

Pela mente agora passa um filme de tudo. Desde o começo. O folego perdido, as faces em brasa, buceta úmida e escorrendo, mas sem querer admitir. Cadela? Nunca, não sou isso... Os meses passaram, quase oito né? Nesses oito meses muita coisa mudou. Aprendi o que poderia, nesse tempo. Amo o Senhor Morpheus e a forma linda como me conduz e conduz essa história. Desejo crescer como submissa. Mas não só como submissa. Não sou só isso. Tenho muitas dimensões. A submissão faz parte de mim, encontra-se instalada em minha alma e recebe vida por meu coração que ao mesmo tempo vibra pelas descobertas que são despertadas em mim.

Ontem a noite, refleti sobre todas as coisas e escrevi algumas delas aqui. São tão preciosas para mim,  que preferi postar assim aos poucos, em conta gotas. Até por que tudo é muito novo. Algumas coisas ainda me são muito complexas. Estou sendo orientada a organizá-las uma por uma. Mas uma coisa eu posso afirmar. Sou cadela sim. Essa fêmea sente agora um enorme prazer em reconhecer isso.
Obrigada DONO lindo pela paciencia com a cadelinha aqui.




 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Faces


Sou uma mulher de muitas faces
Privilégios, os tenho e muitos,
desde que vieste ao encontro de minha alma
e por tuas mãos eu pude renascer.
E fizeste em mim o jardim onde todas elas puderam brotar.
Elas são todas tuas.
As pétalas desfolhas, uma a uma
se te pertencem, nada mais justo
Nascem e morrem com a tua permissão.
E sorridentes, felizes sob teu domínio adormecem
E só despertam novamente pelas
tuas mãos.

domingo, 26 de junho de 2011

Gardening at night

(Morpheus aqui.)


Jardineiro noturno
é sob a lua que semeio o que planto
e não é terra o que trabalho
com dedos, suor e a ferramenta mais própria.

Planto sensações
ideias descabidas
delírios sem noção
e os espero florescer.

Semeio impossibilidades.
Elas germinarão.
Rego o inaceitável.
Frutificará.

Ela é meu jardim.
Ela é meu pomar.
Crio os canteiros que me apaziguarão.
Crio as videiras que me saciarão.

Eu planto e espero.
O resultado é sempre gratificante.

(A borboleta esvoaça sobre o roseiral
com suas asas translúcidas.)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Criatura em Criação

No princípio, era o caos...

Cobrira-se tudo de cinzas. Era ela assim, sem saber ao certo quem era ou o que esperar de sua vida. Apenas uma névoa tênue, de matéria disforme, sem explicação, completamente difusa, confusa, etérea, dissipando-se pelo ar. Porém, aquele que seria o Senhor deste Universo surge, por entre uma grande tempestade de raios e trovões e, para o seu deleite, como se envolvido em uma brincadeira, começa a criar aquela que seria a sua mais fiel serva.

Aos poucos, ele a constrói. Usa suas mãos para moldá-la. Enquanto a define, povoa-lhe a mente soberana com sonhos e desejos de alegria que se transformam em gozo. O falo do criador se endurece com a contemplação de sua obra, enquanto ele decide se quer traçar-lhe seu caminho e quais atalhos permitirá que ela trilhe. Ele sabe como a quer. Usou da mesma matéria, antes sem vida e, ao criá-la, permitiu que estivesse dentro dela o poder de exalar o que ele era, e como essa fêmea lhe pertencia. E a fez exalar o seu perfume, de fêmea, alucinada pelo tesão que por ele explodiria. Sua criatura receberia muitas tarefas e poderia realizar muitas ações, mas a tarefa mais importante de todas seria aquela que, para ele, era considerada a mais sublime, seria o modo de aproximar criatura e criador. Ele a fez para ser sua. Sua tudo o que quisesse. Imprimiu nela a sua marca. Marca de propriedade e posse que ela carregaria, por quanto tempo ele assim o expressasse.

Após inicialmente moldada, um sopro vital a acorda para a vida. Assim, seu Criador a contempla e, num sorriso de satisfação com o resultado, que somente os deuses são capazes de dar, ele decide que a quer. Seu falo ereto e duro penetra-a com força, ele a que criou para seu prazer, para o prazer de ambos, mexe-se em suas entranhas e aos poucos, lentamente, os olhos dela se abrem. Ela não enxerga muito, mas acordou para a vida através do gozo. Uma onda de prazer a fez estremecer, uma claridade intensa a ofusca e, de repente, aos poucos, eis que surge a imagem de seu criador. Suas faces esquentam, seu corpo é mais uma vez invadido, ele a abraça, a beija, a excita. Deu-lhe agora o direito de sentir cada centímetro de pele do seu corpo reagindo ao seu toque. O toque forte daquele que a deseja com fúria, o toque suave daquele que a conhece porque a criou. Mais uma vez, ele a toma e a penetra, seu falo duro entrando e saindo dela. Nesse momento, ela aprende que está sendo fodida, e que ele é o seu Senhor, enquanto, mais uma vez, estremece e goza. De sua fenda jorra o precioso líquido que encharca a terra, e por ela nascerão riachos, rios e mares. Ele gostou do resultado alcançado, mas pensou que ainda era muito pouco, precisava fazer mais. Ele a queria muito e sempre. Quis colá-la a si, refletir nela sua própria imagem, penetrar tão profundamente que ele mesmo se guardasse dentro dela.

Beijou sua boca, chupou-lhe a língua e mordeu-lhe os lábios, com sofreguidão e lascívia e, atraído pelo seu cheiro, foi descendo as mãos pelo corpo, enquanto a criatura sentia dentro de si a mesma tempestade que ocorria ao seu redor. Raios e trovões internos sacudiam-na enquanto a boca quente dele a explorava, com firme delicadeza. Sua língua despertava-lhe sensações deliciosas. E ele lentamente enterrou sua boca na femea que era sua, provando o sabor do líquido que escorria por entre as pernas. Sua língua explorando o lugar que ela sempre teria como representação da existência. Ela gozou para o seu senhor e, junto com o seu gozo, as plantas surgiram e floresceram e deram frutos. Encantada com o que viu, ela o olha nos olhos e aprende o que significa gratidão.

Para expressar o sentimento que surgiu, e agora tendo recebido o sopro da vida e o segredo da geração de mais vidas, ela o adora. Em adoração, demonstra que compreendeu que é sua criação. E que sendo assim ele é seu Dono e Senhor a quem deve sempre honrar e venerar, ele é o guardião das chaves de seu paraíso. Uma onda de desejo enche-lhe a alma, a criatura sente que a fêmea que mora em sí se agita, quer agradecer, quer saciar a fome e a sede daquele que lhe deu a vida e que por tempos infinitos vagou só, pelo seu Universo, até que sentiu solidão... Foi por sua solidão que ele a fez, a desenhou para que o completasse, o preenchesse em seus espaços vazios. Depois de tê-la desenhado, pinta o seu corpo, com as cores da paixão.

A fêmea compreendeu quem era, percebeu o que desejava fazer para homenageá-lo. Então, sem pudores, devassa, sorrindo, segura o membro do seu senhor entre as mãos e, abrindo a boca, o recebe, beija-o, chupa-o e desliza a língua, enquanto ele geme e se contorce de prazer. Ele a agarra pelos cabelos para que ela o olhe. Nesse momento, ele lhe mostra que ela deve ser forte como mulher e que nada deve temer, porque ele está com ela. Gozando em sua boca, o Senhor esporra em sua mente, demarcando território, mostrando a ela quem a possui. Ela não sabe ainda de todos os seus sentimentos, eles lhe serão entregues aos poucos como presentes, como mimos, a cada desejo realizado, a cada desafio superado.

Ele a presenteou com os mais belos encantos, a preencheu com a liberdade de ser fêmea e ela retribui com o desejo de servi-lo. Parece estranha a sensação de vida que se aproxima dela a cada instante, e os caminhos que encontra para superar-se. Ao presenteá-la com a feminilidade latente, ele a fez com o direito a multiplicidade, e exigiu que sua alma, desenhada por jorros e jorros de seu gozo, do seu sêmem, a cada dia, desejasse fortalecer-se e tornar-se corajosa e ela sabe que, para deixá-lo feliz, pode ser o que quiser, quantas desejar. Ela é o seu brinquedo e ele quer a todas. Ele a fez assim, para que o honrasse e adorasse. Ela é a sua criatura, Ele seu criador, seu deus, senhor de seu destino, senhor de seu Universo, de sua mente e de seu coração. Ele assim a fez para que o fizesse, e ela o faz a cada dia.

Ele é seu dono, ela sua escrava. Ele seu macho, ela sua fêmea. É sua irmã, sua cadela, sua buceta, sua filha, sua puta, sua boca, entre tantas outras coisas.

Seus olhos se fixam no horizonte perdido, enquanto espera por ele.
Ela sabe que ele virá...


(Imagem obtida via Internet/Google)