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ELE, meu vampiro lindo... Te adoro, DONO!!!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Hoje é Dia...

 

  Aniversário do DONO

Esse é o segundo aniversário de muitos outros que eu desejo merecer  estar portando sua coleira, Senhor de mim.
Mas enquanto as horas se aproximam, já me perguntava: Como presentear a quem, só por existir já me É como um presente?
O Presente que levarei, DONO, é o meu amor  incondicional.
O mesmo amor e a mesma servidão que fizeram de mim, tua menina, tua femea, tua serva.
Presenteio-TE, DONO, com o mesmo desejo, que fez de mim, tua cadela, tua escrava, tua puta.



  E tenho dito ao longo desses dias que sendo o seu presente, presenteada sempre estou.






Por ter a chance de ser tua e de te-lo como Senhor.
Guardo em mim cada momento e a certeza de
do que sou.









Sou sua cria, seu brinquedo, seu parquinho de diversão

Seu presente, meu Dono.  é a minha servidão e o chicote em suas mãos.

Amo-te Senhor dos Sonhos.
Obrigada por ter me levado até aquele espelho a um ano atrás e ter me mostrado quem sou.
Depois dessa cena , quando me perguntou o que eu via, eu soube...
Nunca mais seria a mesma.E não sou. Por ti, e  para ti, Dono amado.

Feliz Aniversário. Quero ser o seu bolo. Coma , lambuze, use e abuse. Eu vou!










domingo, 20 de maio de 2012

Aos teus pés... DONO de mim...



Dono de mim,
Falta pouco, muito pouco
em breve estarei novamente aos seus pés...
Nesse momento, só em pensar meu corpo vibra
liquidos irrompem por meus caminhos
todo o meu ser começa a vivenciar uma extrema transformação...
Se fico meio que adormecida quando não estou sob tua presença,
essa condição dá lugar a outra.
A cadela se levanta e a cada dia, vai se tranformando.
Quer ser melhor para agradar o DONO.
Sou tua, meu Senhor.
Toma-me conforme a Tua vontade,
Sacia-TE, conforme Teus desejos.
Descobri que só servindo-O posso ser feliz.

Beijos molhados, devassos e libidinosos de sua cadela

Milla de Morpheus





domingo, 13 de maio de 2012




Um dia um ser de luz nasceu
trazendo em si a mágica de procriar,
o mistério de gerar, 
tal qual a natureza mãe.
de tanto poder amar e se encantar com a vida,
de tanto se doar e se conformar com as dores
de tanto ser feliz , nas coisas mínimas e onde menos se pensa em ser...
Ela se perpetuou.
Filhos são presentes para toda a vida,
mas como disse Khalil Gibran: " Vossos filhos, não são vossos filhos.
Eles são filhos do mundo...
Cada vez que uma mulher tem que abrir mão e partilhar de sua cria com o mundo é um ritual de desenlaçe e luto necessário. 
Que existem mulheres em diferentes possibilidades é um fato.
Detodas a cores, formatos, desejos e sabores
Mas todas elas abrem sorrisos e derramam l[ágrimas quando seu filho lhe chama de mãe.
Escrevo aqui o pensamento do poeta citado acima:


 Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.
A todas as mulheres do mundo, a todas as femeas em questão.
Feliz Dia das Mães




terça-feira, 8 de maio de 2012

Ainda Bem...








Ainda bem, Dono...
Ainda bem que foi o Senhor.
Um certo dia eu ouvi de minha tia esquizofrenica a seguinte previsão; Meninna não fique assim... Pode esperar. Aquele que virá um dia, virá do modo mais incomum...
E Elvira estava certa. Seu surto, dessa vez, foi de pura lucidez.
Foi de um modo que se Elvira ainda estivesse entre nós sorriria em saber. E provavelmente não compreenderia. Mas ela estava certa. O Senhor veio!
Sua vinda inusitada, me fez ser o que hoje sou.
E sempre digo:sou  a medida em que ÉS.
Enquanto os segundos parecem eternidades, os minutos se encontram para dar origem as horas que completarão os dias.
Serão noites de desejos e de lençóis úmidos pelo calor que faz aqui e pelo tua presença em mim...
Enquanto a espera se processa dia após dia, cheio de trabalho cansativo e de dedicação capaz de permitir a cadela suportar a saudade, quase caio, quase desisto, quase desmorono.
Mas finalmente a data se aproxima...
Estou mais e mais perto do Dono.
Não tenho vergonha de declarar o sentimento que me envolve e me prepara para a entrega.
Amo e amo e amo tres vezes, quantas vezes forem possíveis, ao Senhor de mim.
E por amor me sinto protegida contra tudo e todos.

Obrigada, Dono!

                                           Tua Milla
 


sábado, 5 de maio de 2012

Morpheus aqui. Já faz algum tempo.

Boa parte do que virá abaixo é um comentário (e sou prolixo mesmo nos comentários) que fiz a um post de pessoas que tornaram-se-me queridas, de imediato, assim que as li: Dorei Fobofílica e seu Dono, Hipérion. Sabem onde encontrá-los.

Milla chamou-me a atenção para esse post, e pediu-me que o lesse com atenção. Fi-lo.

Estou muito satisfeito e agradavelmente surpreso, devo dizer, em observar que mais casais BDSM visualizam sua relação como uma história de amor. Às vezes, tenho a sensação de que o amor é proibido no BDSM...

Venho, por meio dessa postagem, apresentar meu completo apoio a esse casal (porque é isso que são, antes e mais do que Dono e submissa) que descobriu, completamente sozinho, que sua relação poderia e deveria ser uma relação BDSM, e que isso em nada atrapalharia a relação de amor que ambos tinham e têm, e que começou antes de que qualquer ideia BDSM se instalasse.

Desconheço a vida de Hipérion. Não sei se ele já teria tomado parte de uma relação assim, desconheço se leu a respeito do BDSM, se estudou os manuais de regras.

Sei que ele, de todo modo, abordou Dorei como mulher, antes de mais nada, e eles se amaram. Não quis impor a ela um sistema que ela desconhecia. Antes ajudou-a a descobrir o que ela era realmente.
Hipérion apresentou a Dorei a pessoa que ela de fato era, e que talvez jamais descobrisse sozinha.
Quero crer, porém, que, não tivesse ela o verdadeiro espírito de uma submissa, isso não o impediria de amá-la, e de ser amado por ela. Trata-se de um homem sábio, e respeito esses. E sábia a dama que o escolheu, e que permitiu que ele a transformasse em si mesma.

Amor, amigos e caríssimos leitores. É disso que se trata.

Uma cadela pode ser amada. Uma mulher pode ser chamada de cadela, e mesmo descobrir-se uma, sem que o amor que causa e que merece seja afetado.

Um Dono não precisa ser Dono para amar. Ele precisa ser um homem. E é isso que o faz ser amado.

Quem ama um Dono pode não ter entendido a ideia geral da coisa.

Quem quer usar uma cadela, apenas, talvez não tenha nascido para ser Dono.

Há saúde, amigos, e há doença. Eu sei de que lado estou, e em que lado está Milla. Assim como sei de que lado Hipérion e Dorei estão.

Parabéns aos dois.

Acrescento que o motivo que atraiu a atenção de Milla, e que a fez desejar que eu também lesse aquela postagem, foi a singular similitude entre a história deles e a nossa. Encontramo-nos também como homem e mulher; a dominação até existiu, mas apenas como um jogo, e foi terminantemente recusada, a princípio. Respeitei; eu a queria mais do que queria ser seu Dono.

Foi curioso como ela própria abraçou sua submissão, através de nossos contatos. Ela crê que a treinei. Eu creio que toquei, no instrumento que é ela, a música que eu a ouvia cantar, mesmo que ela própria não soubesse disso, e digo que foi um ato de improviso musical.

Milla era terreno não-mapeado, sequer por ela. Ao criar o mapa, posso ter criado a paisagem, em parte; posto montanhas e rios onde talvez não se soubesse que eles existiam, e quem sabe se existiam, então? Posso ter criado o viajante e o cartógrafo, também. Sei que nenhum de nós saiu incólume. Todos fomos transformados.

Gosto de que sou com Milla. Gosto do que ela é. Estimo que ela pense do mesmo modo. Sei, por outro lado, que as transformações jamais pararam.

O caleidoscópio vira, amigos e amados leitores. A imagem que virá, ninguém a sabe. A beleza, é claro, todos a adivinham.

Todos os capazes, é claro.

Morpheus falou.