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ELE, meu vampiro lindo... Te adoro, DONO!!!

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Hoje é Dia...

 

  Aniversário do DONO

Esse é o segundo aniversário de muitos outros que eu desejo merecer  estar portando sua coleira, Senhor de mim.
Mas enquanto as horas se aproximam, já me perguntava: Como presentear a quem, só por existir já me É como um presente?
O Presente que levarei, DONO, é o meu amor  incondicional.
O mesmo amor e a mesma servidão que fizeram de mim, tua menina, tua femea, tua serva.
Presenteio-TE, DONO, com o mesmo desejo, que fez de mim, tua cadela, tua escrava, tua puta.



  E tenho dito ao longo desses dias que sendo o seu presente, presenteada sempre estou.






Por ter a chance de ser tua e de te-lo como Senhor.
Guardo em mim cada momento e a certeza de
do que sou.









Sou sua cria, seu brinquedo, seu parquinho de diversão

Seu presente, meu Dono.  é a minha servidão e o chicote em suas mãos.

Amo-te Senhor dos Sonhos.
Obrigada por ter me levado até aquele espelho a um ano atrás e ter me mostrado quem sou.
Depois dessa cena , quando me perguntou o que eu via, eu soube...
Nunca mais seria a mesma.E não sou. Por ti, e  para ti, Dono amado.

Feliz Aniversário. Quero ser o seu bolo. Coma , lambuze, use e abuse. Eu vou!










quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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Morpheus aqui.

Usando de minhas prerrogativas (como tais, somente minhas), escolho fazer o que farei em seguida, e escolho fazê-lo publicamente (e, no devido momento, pubicamente...) para que não reste dúvida na mente de quem acompanha este blog e esta relação, e isso inclui a nós mesmos, os dois atores envolvidos.

Escolho, eu digo, e poderia escolher fazer nada publicamente, e o mesmo valor teria o ato, no que me concerne. Mas esta é a medida da importância que damos a vocês que nos acompanham e nos honram com sua presença e comentários.

O ato:

Aqui, diante de vocês, escolho tomar oficial e formalmente a menina que vocês conhecem como Milla de Morpheus e declará-la propriedade unicamente minha, para meu uso pessoal, do modo que eu escolher e que melhor me aprouver.

Não determino data de término para esta condição. Até onde sei, ela será minha pelo tempo que durarem nossas vidas, e as próximas vidas que se seguirem a esta, como já aconteceu em diversas vidas anteriores a esta.

Não determino que qualquer das partes tenha o direito de pretender revogar o determinado hoje, aqui. Revogam-se as disposições em contrário.

Para celebrar e marcar este momento em que concedo a Milla de Morpheus a subida honra de me pertencer, concedo a ela o direito irrecusável e o dever irrevogável de usar a minha coleira, identificando-a como propriedade minha. Fotos disso comprovarão o fato, em um futuro próximo.

Milla de Morpheus já trazia em seu nome o fato inquestionável de que me pertence: usa meu nome como sobrenome, como fosse minha mulher, minha esposa, minha filha, minha irmã, minha mãe. E ela é tudo isso. Escolho que ela mantenha essa ascendência em seu nome.

O nome Milla agrada-me, e não vejo razão para trocá-lo por outro que me desse mais prazer, pois outro não há. Outros nomes que uso para nomeá-la, escolho mantê-los em segredo. Para todos, Milla de Morpheus ela permanecerá, inclusive com a inicial maiúscula que os livros de regras negam às submissas. Eu, porém, sou Dono, Rei, Mestre, Autor; eu escrevo livros. Não vejo razão alguma para ter que submeter-me (exceto por escolha minha) a regras que eu próprio não escrevi, ou subscrevo. Respeitarei, é claro, a todos e às regras que escolherem seguir; é a única coisa digna a fazer. Mas Milla fez por merecer a inicial maiúscula (assim eu escolhi pensar); e a Ortografia assim o dispõe, e esta é uma das regras que escolho seguir...

A propósito, Morpheus é meu nome, o nome que escolhi. Sei que meu e-mail e o modo como sou identificado neste blog apresentam o nome Senhor Morpheus, mas isso se deve mais a questões técnicas enfadonhas do que a um desejo meu. Sou, de fato, um Senhor, é inegável; quem eu domino sabe disso muito bem, e refere-se a mim do modo devido.

Por isso, essa que é minha chama-se Milla de Morpheus, e não do Senhor Morpheus.

Por último, mas não menos importante: concedo a Milla de Morpheus o direito e o dever de grafar seu nome como segue:

{Milla}_Morpheus

Representando em seu nome sua condição de estar encoleirada.

Milla é minha cadela. Revoguem-se as disposições em contrário.

Morpheus falou.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Tempo e suas Representações: Reflexão e Homenagem

       Hoje li o post escrito pela querida Vita do SENHOR DA TORRE, comemorando quatro anos de entrega ao seu DONO. Refletindo sobre isso, fiquei imaginando aqui, quanto vale o tempo para nós...
              

       Nós que decidimos viver nossa submissão, entregando-se de corpo, alma e coração Aquele/a que nos cativou um dia e a quem, depois que o/a vimos , nossos olhos não viram mais nada e percebi que o tempo dobra, triplica, pela intensidade do que sentimos e ofertamos.
      
Cada situação vivenciada, cada limite transposto, cada desejo realizado e gozo sentido, faz de nós cúmplices do tempo, no sentido que ele é vivenciado por nós incansavelmente.Vita agradece as amigas de mais e menos tempo presentes em sua vida.Considera-as amigas, guerreiras, fortalecedoras e cúmplices.
        Como conheci a mim e a minha submissão, ao mesmo tempo em que a conheci e a sua casa e de seu Senhor, me sinto contemplada. Faço parte de sua lista e estou muito feliz por isso.
      Em Novembro comemoro um ano sob a condução do DONO, o SENHOR MORPHEUS. Nesses dez meses, nos conhecemos e lentamente fomos definindo a nossa relação. E são tantas coisas que acontecem que sonho aqui, com as possibilidades do devir...
      E tudo grandioso demais. Imaginem, quatro anos, dobrados, triplicados em relação ao tempo comum... Por que o tempo de nossa entrega, não é o tempo real. Ele apresenta-se diferente do desse, assim como o tempo de nossa espera. Cada segundo contado para o dia do reencontro é uma eternidade e cada segundo vivenciado parece que fica menor por ser tão mágico...
      Acho lindo esse mistério e mais lindo ainda poder perceber e perceber-se assim... Não sabia disso antes. Sou cumplice da Vita e de sua felicidade, por que sei exatamente o que significa um dia ao lado do DONO...Somos únicos e diferentes mas a grandeza e a magia com que vivemos a nossa D/s tem a mesma representação...

      Carinhosamente, parabenizo aqui  ao SENHOR DA TORRE e sua Vita, em nome dos quais abraço a todos os casais cuja escolha da relação seja baseada nos preceitos D/s, incluindo aqui a delícia que é pertencer ao DONO de mim.