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ELE, meu vampiro lindo... Te adoro, DONO!!!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Arthur Rimbaud pensou antes de mim

Morpheus aqui.

Soneto do olho do cu
(Arthur Rimbaud e Paul Verlaine)

Tradução de Marcos Silva

Obscuro e pregueado cravo violeta
Respira, humildemente no meio da espuma
Inda úmida de amor que em doce encosta ruma
Da brancura da bunda à beirada da meta.

Filamentos tais como lágrimas de leite
Choraram, sob o vento cruel que os repele,
Através de coágulos de barro em pele,
P’ra se perder depois onde a encosta os deite.

Mi’a boca se ajustou muita vez à ventosa
Minh’alma, do coito material invejosa,
Fez ali lacrimal e de soluços ninho.

Azeitona em desmaio e taça carinhosa
O tubo onde desce celeste noz gostosa
Canaã feminino em suor muradinho!

4 comentários:

Anônimo disse...

Milla querida...tenho visitado todos que eu tenho add e sorvo cada palavra nos blogs o que me encanta...minha flor estou com problemas pessoais..que nada tem haver com nosso mundinho particular...são coisas da vida..filhos ,marido..mas são minha familha...não ando bem tambem...acho que faz parte rsrs....mas olha meu carinho é grande por vcs, uns menos outros mais...adoro ler teus comentario...e vc esta no meu msn minha flor mas esta sempre off...eu a noite sempre online até de madrugada...te espero...beijos dessa que te admira muito. justine

Anônimo disse...

Só mais uma coisinha..adoro esses poemas aqui rsrsrs...só não tinha coragem de colocar...mas adorooooo..ando cheia de poema de amor...porque não deixar poema da parete do nosso corpo que nos dão muito prazer né.rsrsrsrsr

Milla... disse...

Eu tambem penso assim minha linda. rs
Mas quem postou aqui não foi a MIlla não, foi o DONO. rss
Que bom que voce gostou...

Beijinhos de Milla

Anônimo disse...

Sou uma espécie de pássaro encantado que não aceita gaiolas nem qualquer tipo de prisão. Minha mágica está justamente no bater de asas, que se douram pertinho do sol e o meu maior prazer é ir e vir quando o coração -- minha única bússola -- pede.Se fugir deixo triste o dono, se ficar triste fico
Preso a vida, sem o alimento que me faria cantar pelas arvores daquela montanha